30/11/2009

PALESTRA CEÚ DO BUTANTÃ COM O JORNALISTA E ESCRITOR THIAGO MEDAGLIA

TieTê um rio de várias faces.                                    Thiago Medaglia vai  falar sobre todo o trajeto que ele fez da nascente até a foz do rio Tietê. Dos depoimentos que ele conseguiu com as pessoas que chegaram a nadar, a remar, no Tietê. Também vai falar da lastimável situação em que o rio se encontra hoje na região metropolitana de São Paulo. Dos problemas da poluição que o rio sofre, das cidades ribeirinhas em que o rio é limpo, etc. Profª Elisabet Nascimento.

28/11/2009

27/11/2009

SEIVA SUAVE DE UMA ÁRVORE PEQUENA







Flores

O que seria de nós mulheres
Sem a existência das flores
Sem os seus perfumes e cores
Mística flor, pétala serena.

Seiva suave de uma arvore pequena
As flores têm sua beleza
Es a essência da natureza
O amarelo traz alegria

A violeta tem todo dia
O branco nos passa a paz
No desabrochar do lilás
O vermelho contagia

Nós trazendo harmonia
Nem sempre são valorizadas
Algumas serram amadas
Minha pequena e linda flor.

(Marisa Santos)

25/11/2009

CIEJA BUTANTÃ - AQUECIMENTO GLOBAL

24/11/2009

A CIDADE E O RIO


lustração Graphorama por Thiago Medaglia


Pobre Tietê. Quer saber o nível de civilidade da população de um município ou o quanto ela valoriza a qualidade de vida? Olhe para seu rio. O reflexo da relação de carinho -ou não- das pessoas com o lugar que escolheram para viver é mais evidente nos corpos d'água. Sujo, feio e malcheiroso, o principal rio da maior cidade do hemisfério Sul não faz nada além de exibir as feridas abertas pela forma como vem sendo tratado em sua porção metropolitana. A urbanização trouxe gente demais, carros em excesso, asfalto de sobra e roubou do rio seu espelho d'água. Quase impossível imaginar as nuvens do céu (quando é possível vê-las) refletidas no leito do Tietê. Pobre do paulistano.

 No passado, não era assim. Até os anos 1940, o Tietê era parte do cenário social da cidade. São Paulo vivia o rio. Sob a luz do luar, os namoros eram ritmados por serenatas na antiga ponte Grande, a primeira a cruzar o leito, feita de madeira no século 17 e substituída pela ponte das Bandeiras, em 1942. Aos poucos, as competições a remo perderam espaço para o entulho acumulado sob a torrente morta. Os nadadores, vitimados por todos os gêneros de micose e doenças transmitidas pela água imunda, aposentaram as braçadas. Os peixes sumiram das redes dos pescadores. São Paulo perdeu a poesia. E virou as costas para o Tietê.

O rio dos primórdios da ocupação da capital tinha outra cara. Era um Tietê de corpo sinuoso, com corredeiras e água que variava entre o tom chá e o aspecto barrento, dependendo das chuvas. As margens eram tomadas por uma vegetação de várzea, repleta de bichos. Tudo muito diferente do corpo retilíneo e sem graça avistado hoje das avenidas marginais. A forma atual foi surgindo aos poucos, ganhando espaço a partir do começo do século passado, com a construção das primeiras usinas hidrelétricas na região. Hoje, nas palavras dos técnicos dos departamentos públicos, o Tietê não é mais um rio. É um canal de engenharia.

Notícia que ninguém quer aceitar. É como encontrar, por acaso, na seção de óbitos do jornal, o nome de uma pessoa querida. Sentimento parecido deveria ser despertado no habitante de São Paulo. Para o geógrafo francês Maurice Pardé, "rios são seres tão complexos quanto o ser humano". Mas há entre nós uma brutal diferença, uma capacidade da qual jamais iremos dispor: eles revivem. É o que acontece com o Tietê ao deixar para trás a capital.

No interior, apesar de ter sofrido transformações, ele ainda ostenta trechos de águas limpas e muitos peixes. Outra boa notícia é que, ao menos em termos de coleta e tratamento de esgoto, os últimos 15 anos foram marcados por crescentes avanços. Uma esperança tênue de que talvez o paulistano volte a ter vontade de se olhar no espelho.

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Thiago Medaglia, 28, jornalista e coautor do livro-reportagem "Tietê, um Rio de Várias Faces" (ed. Horizonte), é o colunista convidado desta edição.
Fonte: Revista da Folha.


Profª Bet Nascimento... Gostei. Concordo com tudo e acho que podemos avaliar o nível de civilidade de uma cidade também pela largura e pela conservação das calçadas; pelo volume de automóveis em circulação; pelo trânsito; pela qualidade do transporte público;pela qualidade do ar, pela poluição atmosférica e sonora,etc. Conclusão: São Paulo não é civilizada.

CBN- Milton Jung - Estudantes contam histórias do trânsito

sáb, 27/09/08 por milton.jung.2007.5 | categoria Mílton Jung

Aprender com a cidade é a proposta dos professores Elisabet Gomes do Nascimento e Lázaro Mariano de Souza que desafiaram os alunos do Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos do Butantã a escreverem crônicas sobre o trânsito de São Paulo. Após a leitura de jornais, deram início a produção.

O CIEJA reuniu 80 alunos de 20 a 45 anos nesta atividade

Reproduzo um dos textos que surgiram deste trabalho que deveria motivar escolas públicas e particulares a seguir no mesmo caminho:

TRÂNSITO: AUTOR DE HISTÓRIAS

“O Trânsito está um horror, meu Deus,” fala Joaqim, estressado dentro de seu carro e preocupado com a hora de sua reunião.Ele pecisa assinar um novo contrato para a compra de outra padaria.”Ai, Jesus, Ai Maria, Ai, meu Deus, esse trânsito vai acabar prejudicando meus negócios.”
“Põe o pé no freio, grita outro motorista, o seu José, muito estressado também, porque está com uma consulta marcada no dentista, já fazia dois meses e não queria perder a hora. Mas do jeito que a coisa ia, seu dente que não doía, começou a doer.
“Vamos aí, gente”, grita uma senhora nervosa, preocupada com a hora de pegar sua filha na escola.
“Lugar de mulher é na cozinha”, buzina e reclama outro motorista parado.
Já nervosa, ela xinga:
“Vai você e a sua lata velha e desatola o trânsito”.
No meio dos carros, os vendedores ambulantes vendem de tudo: pilhas, laranjas, água mineral, flores.
Nisso, o seu Benedito quase atropela um, porque estava com sua esposa a caminho da maternidade. Como o trânsito não andava, o bebê acabou nascendo no meio do engarrafamento. Uma viatura ia passando e socorreu dona Sebastiana, que emocionada pegou seu bebê no colo e agradeceu a Deus por tudo ter dado certo.
É assim o trânsito de São Paulo. Até quando?

Alunos:
Marilene da Costa Lopes
Maria Afonso
Carmem Lúcia Ferreira da Silva

Camiseta CIEJA Butantã


Obrigado ao Galeno Amorim e a Sala de Leitura pela divulgação ao nosso pedido de doação de livro para nossa biblioteca

A gradecemos o jornalista e escritor "Galeno Amorim" e a "Sala de Leitura" pela divulgação do nosso pedido de doação de livros para nossa biblioteca. Recebemos 2 livros do jornalista e escritor "André Giusti" de Brasilia.

Apagão 2009, Eu Fui!

Aula de português, interpretação do texto da musica de Chico Buarque, “A Flor da Terra e A Flor da Pele”. Assim que acabamos de ler o texto para prosseguir a matéria, a luz se apaga e começa o corre-corre, a professora pede calma, para que ninguém se machuque. Os alunos seguem o fluxo dos seus devidos caminhos, eu sou a única que morro distante e não sabia o tamanho da gravidade. Quando cheguei no ponto de ônibus com a minha professora, fiquei sabendo da verdade, sua mãe ligou avisando e contou o que estava acontecendo, que era um apagão em toda a acidade.

Senti-me como no “Playcenter” na noite de terror, tudo escuro, uma gritaria e muita gente com pressa. Mas foi no Parque Dom Pedro que me senti no “Filme O Terminal”, as pessoas invadindo os ônibus e muita gente gritando querendo entrar, estava numa guerra e com muita desigualdade. Eu, como muita mãe com criança de colo, e idosos, passou hora de angustia e de desespero. Passaram-se duas horas de espera, então veio um comunicado, de que não teria mais ônibus para aqueles que estava ali cansado.

Mas Deus ouve a voz, dos oprimidos e dos fracos, derrepente surge uma luz, uma mulher vem ao nosso encontro e diz que disponibilizaram três ônibus. A fila ainda estava imensa, mais consegui entrar dentro do ônibus, realmente ontem não era meu dia de sorte, o motorista fez curva muito fechada e o ônibus super lotado, estoura um dos pneus, permanecemos por alguns instantes ali parado, até que ele analisasse.

Já era quase três horas da manhã e não tinha chegado em casa, então o motorista resolveu seguir adiante mesmo com o pneu estourado, o transito já estava bom e o ônibus foi esvaziando, o motorista transferiu o restante dos passageiros para outro ônibus. Bem, cheguei em casa já era 3:30hs, pedi então ao motorista que parasse na esquina da rua da minha casa, porque eu era a única que ia descer ali, estava tudo escuro mal consegui enxergar o chão, fui correndo ate achegar no portão, foi quando naquele breu todo, desceu um carro e a luz dos faróis me clareou o portão e dei graças a Deus por ter chegado bem em casa, mas e aquele que não teve a mesma sorte que eu?

Tudo isso senti “A Flor da Pele’, desigualdade, pessoas sem educação, muitos aproveitadores de varias situações e muitos já não acreditaram mais na sua fé”.

O jornalista e escritor André Giusti, faz doação de livros a Biblioteca do CIEJA Butantã.

Agradecemos o jornalista e escritor André Giusti pela doação dos livros "A liberdade é amarela e conversível e A solidão do livro emprestado", a Biblioteca do CIEJA Butantã.

Andre Luis de Almeida Giusti, nasceu no subúrbio carioca de Cascadura. Entrou na literatura como tantos autores: pela porta da poesia. Na segunda metade da década, publicou dois livros independentes no gênero, que não aparecem em seu currículo literário. Entre 1992 e 1994, escreveu os contos de seu primeiro livro, Voando Pela Noite (até de manhã), publicado em 1996 pela Editora 7Letras. No ano seguinte, o livro foi indicado ao Prêmio Jabuti. Em 1998 o autor mudou-se para Brasília.

O isolamento oferecido pela cidade o aproximou mais da literatura. Impregnado de saudades do Rio, escreveu Eu nunca fecharei a porta da geladeira com o pé em Brasília, uma novela quase autobiográfica de seus primeiros meses na capital do país, é o terceiro do autor a ser publicado (LGE, 2004, em 2003, também pela 7Letras, André Giusti lançou A solidão do livro emprestado, que apesar das inúmeras referências à cidade natal, já carrega elementos da atmosfera do Planalto Central.

Entre 2005 e 2006, editou o site messaginabótou, ao lado do poeta e doutor em literatura Alexandre Pilati, voltado para o conto, a poesia e a crítica literária.
Três anos afastado da literatura, voltou em 2009 com seu quarto livro: A liberdade é amarela e conversível, pela 7Letras.
André Giusti também é jornalista, com passagens por diversas rádios e TVs do Rio e de Brasília.

CIEJA Butantã aceita doação de livros para nossa Biblioteca

O Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) do bairro Butantã, em São Paulo, quer ampliar os horizontes de seus 1007 alunos, com maior oferta de livros em seu acervo. As doações (de preferência crônicas, contos e romances mais atuais),  podem ser enviadas diretamente para a escola, que fica na rua Antonio Mariani, 425, CEP: 05530-000, São Paulo-SP, telefone(11) 3722-5331 / 37220656.

CIEJA BUTANTA- DESIGUALDADE SOCIAL



Comentário do jornalista e escritor Roniwalter Jatobá, ref. a palestra do Céu do Butantã

A palestra com a turma do CIEJA foi uma maravilha. É bom quando conversamos com pessoas que querem entender um pouco da nossa experiência. Por isso, nos sentimos não um escritor, mas um ser humano que vive na face da Terra. Nós, escritores, com um grupo de ouvintes assim, saímos da redoma de cristal e falamos da vida, que é o mais importante na condição humana. Também pelo fato de estarem ali depois de um dia cansativo de trabalho, saímos da palestra felizes e conscientes de que tudo valeu a pena.

Um forte abraço do Roniwalter

ENEM o caminho para democratização do acesso à universidade Movimento Nossa São Paulo

Maria do Carmo Brant de Carvalho
Maria Alice Setubal

 
Sem desconsiderar a gravidade da violação da prova, os últimos acontecimentos envolvendo o exame e que resultaram no seu adiamento não devem desqualificá-lo ou encobrir a sua relevância
A repercussão dos problemas enfrentados pelo Ministério da Educação para realização do novo Enem é proporcional à dimensão, abrangência e relevância que o exame adquiriu neste ano e ao impacto dele esperado. Mais de 4 milhões de estudantes devem comparecer à prova que será aplicada em 1.829 municípios de todos os estados do País e servirá como ferramenta de seleção para o ingresso em 81% das universidades públicas federais.

É essa magnitude que dá relevância à avaliação. A intenção do Ministério da Educação é criar mecanismos alternativos ao vestibular, que hoje se constitui um instrumento de exclusão bastante perverso, que premia aqueles que já são privilegiados, reforçando e legitimando a desigualdade do nosso sistema educacional. Ao unificar o processo de seleção nessas instituições, o MEC também espera promover maior mobilidade dos estudantes no território, democratizando o acesso a essas vagas.

Um outro efeito que o Ministério da Educação espera produzir com essas mudanças é a reformulação do currículo do Ensino Médio, hoje determinado pelo vestibular, isto é, pelo acúmulo excessivo de conteúdos. A medida articula-se a um conjunto maior de ações – o Programa Ensino Médio Inovador – que procura conferir uma nova identidade à última etapa da Educação Básica.

O novo Enem mantém a sua característica peculiar – de avaliar competências e habilidades -, mas passa a dialogar mais diretamente com o currículo do Ensino Médio. Dividida em quatro áreas (Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias), a prova valoriza o raciocínio e a capacidade analítica do aluno em detrimento da memorização de fórmulas e informações.

Sem desconsiderar a gravidade da violação da prova, os últimos acontecimentos envolvendo o exame e que resultaram no seu adiamento não devem desqualificá-lo ou encobrir a sua relevância. Seu potencial de proporcionar avanços importantes para a qualidade do ensino do País, de democratizar o acesso às universidades públicas e de mudar os paradigmas tradicionais de avaliação deve ser preservado de julgamentos precipitados e de interesses alheios à causa da educação brasileira.

A agilidade e prontidão do MEC na resolução do problema sustentam a credibilidade desse valioso instrumento para a educação pública. As novas datas para realização do Enem já foram anunciadas: 5 e 6 de dezembro. Uma articulação nacional, envolvendo Fundação Cesgranrio, Cespe/UnB, Correios, Força de Segurança Nacional e Polícia Federal, deve assumir o desafio de produzir, distribuir e aplicar a prova em tempo recorde, resguardando a segurança do exame. Dessa forma, está assegurado o caminhar para a construção de uma nova proposta para o Ensino Médio.

Maria do Carmo Brant de Carvalho é pós-doutora em Ciência Política e Superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).
é socióloga pela Universidade de São Paulo (USP), doutora em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e mestre na área de Ciências Políticas (USP). É presidente da Fundação Tide Setubal e do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).
Maria Alice Setubal

CIEJA-BT na Mostra de Cinema e Direitos Humanos

"À margem do Lixo", foi o documentário que alunos, professores e a coordenadora pedagógica Roseli, assistiram na mostra de Cinema e Direitos Humanos, realizada no CINE SESC, dia 9/10.
Um documentário que focaliza a vida e o trabalho dos catadores de materiais recicláveis na cidade de São Paulo. São emocionantes as declarações das pessoas que conseguiram deixar de ser moradores de rua e passaram a obter uma renda através da coleta de materiais recicláveis no lixo.
O documentário resgata a dignidade dessa humanidade que sobrevive á margem de São Paulo, capital financeira do Brasil.
Nenhum aluno saiu indiferente á essa realidade. Perceberam que é possível combinar desenvolvimento econômico e ambiental com justiça social.
Profa. Elisabet G. Nascimento

Mensagem de Milton Jung da CBN a Profª Elisabet

AQUECIMENTO GLOBAL
To: Bet
Sent: Thursday, October 15, 2009 4:23 PM
Subject: Aquecimento global

Olá, Professora

Obrigado pela mensagem que já está no blog.

Leia e deixe seu comentário também no Blog do Milton Jung http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/.

Mílton Jung


-----Mensagem original-----


Abaixo a Tirania dos Carros 

Prezado Milton
Aí vai minha sugestão, para diminuir o aquecimento global: A cidade de São Paulo precisa atacar várias frentes para reduzir a poluição atmosférica, sonora e os congestionamentos, como por exemplo: Investir seriamente em trens de superfície, metrôs, corredores de ônibus, nesses coredores fixar os horários,  reduzir o preço da tarifa de ônibus. Proibir estacionar carros em vias públicas, estimular a carona solidária no ambiente de trabalho e entre vizinhos, o uso de bicicleta como meio de transporte e o pedágio urbano,(qdo estivermos um transporte público decente),como foi adotado em Londres, por exemplo.

 
Investir em campanhas educativas para que as pessoas motorizadas e os motoristas de ônibus respeitem os ciclistas, que possuem os mesmos direitos que eles de utilizarem as vias públicas.

Precisamos desenvolver uma cultura de solidariedade e de convivência civilizada no espaço público. O habitante de São Paulo precisa se "tocar" de que a cidade é de todos e portanto, todos precisam colaborar.
 
Acredito que medidas como essas, vão estimular o cidadão  á deixar o carro em casa e usar o transporte público.

Vamos humanizar as ruas e avenidas. Abaixo a Tirania dos automóveis nas cidades já!
 
Atenciosamente
Profa. Elisabet Gomes do Nascimento

Dia 15 de Outubro dia do Professor


Mapa Geografico da França






Foto da palestra com o jornalista e escritor Roniwalter Jatobá e a profª Elisabet, no Céu do Butantã


Palestra no Ceú do Butantã como o jornalista e escritor Roniwalter Jatobá

Ontem no Céu do Butantã, todos alunos estavam ansiosos para conhecer o jornalista e escritor Roniwalter Jatobá, sentado na platéia ao lado da Profº Elisabet, ninguém imaginou que seria ele o escritor. Antes de começar sua palestra, os professores organizarão um Slide play da vida dos alunos, como crônicas e mensagens.

Roniwalter Jatobá iniciou sua palestra relatando sua trajetória e dificuldade de vida aos alunos do CIEJA Butantã. Saio de Minas Gerais, onde morou ate os seus Dez anos e foi morar em Campo Formoso, Bahia, no sertão baiano, onde concluiu o ginasial, hoje conhecido como “ensino fundamental”, e nas suas horas vaga lia tudo que encontrava pela frente, quase devorou a biblioteca de sua cidade, envolvido pelos livros Roniwalter viajou pelo desconhecido, onde no seu mundo mais complexo até então era o sertão baiano.

Saindo da Bahia sentido São Paulo, em busca de emprego e uma vida melhor, foi morar em São Miguel Paulista, periferia da zona leste de São Paulo, onde trabalhou como operário. Morando ao lado de uma indústria de Nitroquimica e conhecendo a dificuldades dos amigos que ali trabalhava, Ronivalter deu inicio suas antologias. Escreveu seu primeiro livro Sabor de Química e depois Crônicas da vida operário.

Roniwalter falou a importância da leitura em nossa vida e que através disso podemos criar idéias e coloca-las no papel, incentivou os alunos a escreverem mais, porque é assim que começamos, relatando a nossa própria historia.