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19/10/2010
ENCONTRO DE EX ALUNOS E PROFESSORES
26/01/2010
Um momento difícil.
É com um profundo pesar que comunico a todos que a criadora deste blog nos deixou.
Marisa, uma mulher guerreira, alegre e que acima de tudo amava viver teve sua vida interrompida por uma fatalidade.
Esperança e disposição para lutar é o maior legada que ela nos deixa.
É nossa tarefa continuar esse blog, alimentando-o e fazendo-o crescer a cada dia.
Espero contar com a ajuda de todos para que essa semente tenha muitos frutos tantos quanto nossa grande amiga sonhou!!!
Continuar sempre e juntos, compartilhando ideias.
Uma de suas produções nos diz:
" A arte de estudar me fascina, na escrita me realizo e nas minhas vitórias surpreendo-me"
MARISA SANTOS
São Paulo, 26 de janeiro de 2010.
Roseli Aparecida de Oliveira Pereira
11/01/2010
INSCRIÇÕES ABERTAS CIEJA BUTANTÃ
Avisamos que já estamos realizando as inscrições.Compareça a Rua: Antonio Mariani n. 425 - Bairro Butantã -
Data da próxima avaliação diagnóstica: 04/02/2010 em dois horários: 9h ou 18h. Maiores informações ligue: 3722-0656. FAÇA SUA INSCRIÇÃO!
Exibir mapa ampliado
Data da próxima avaliação diagnóstica: 04/02/2010 em dois horários: 9h ou 18h. Maiores informações ligue: 3722-0656. FAÇA SUA INSCRIÇÃO!
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Palestra com a professora Êda Luiz do CIEJA CAMPO LIMPO - Estudar no CIEJA faz a diferença.
Experiências do CIEJA
Professora Êda Luiz
SINOPSE:
Êda Luiz apresenta o trabalho realizado no Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) do Campo Limpo, considerado um dos bairros mais violentos da capital paulista.
Baseado na inclusão, o projeto atende 1.326 alunos de todas as idades, sendo 182 com necessidades especiais.
Êda Luiz, 62, é pedagoga formada pela Faculdade de Educação,
Ciências e Letras Don Domênico e professora do ensino público desde 1966.
Há 10 anos dedica sua vida ao CIEJA do Campo Limpo,em São Paulo.
| Para assistir a palestra - clique aqui |
10/01/2010
07/01/2010
ANIVERSARIANTE DO MÊS
Ivanir dia 30/12
"O tempo que realmente conta em nossa vida é o tempo medido pelo coração.
Que neste novo ano você viva intensamente cada momento de sua vida e que
eles sejam plenos de significados."
19/12/2009
13/12/2009
11/12/2009
Árvore de Natal de Livro
Educação
Não quero nada
Não quero muito
Quero só um pouco
Que vale muito
Estudar é preciso
É preciso estudar
Então vem com agente
Que vamos lhe mostrar
CIEJA BUTANTÃ
É esse o lugar
Educação de
Jovens e Adultos
(Marisa santos)
Não quero muito
Quero só um pouco
Que vale muito
Estudar é preciso
É preciso estudar
Então vem com agente
Que vamos lhe mostrar
CIEJA BUTANTÃ
É esse o lugar
Educação de
Jovens e Adultos
(Marisa santos)
03/12/2009
30/11/2009
PALESTRA CEÚ DO BUTANTÃ COM O JORNALISTA E ESCRITOR THIAGO MEDAGLIA
TieTê um rio de várias faces. Thiago Medaglia vai falar sobre todo o trajeto que ele fez da nascente até a foz do rio Tietê. Dos depoimentos que ele conseguiu com as pessoas que chegaram a nadar, a remar, no Tietê. Também vai falar da lastimável situação em que o rio se encontra hoje na região metropolitana de São Paulo. Dos problemas da poluição que o rio sofre, das cidades ribeirinhas em que o rio é limpo, etc. Profª Elisabet Nascimento.28/11/2009
27/11/2009
SEIVA SUAVE DE UMA ÁRVORE PEQUENA
Flores
O que seria de nós mulheres
Sem a existência das flores
Sem os seus perfumes e cores
Mística flor, pétala serena.
Seiva suave de uma arvore pequena
As flores têm sua beleza
Es a essência da natureza
O amarelo traz alegria
A violeta tem todo dia
O branco nos passa a paz
No desabrochar do lilás
O vermelho contagia
Nós trazendo harmonia
Nem sempre são valorizadas
Algumas serram amadas
Minha pequena e linda flor.
(Marisa Santos)
(Marisa Santos)
25/11/2009
24/11/2009
A CIDADE E O RIO
lustração Graphorama por Thiago Medaglia
Pobre Tietê. Quer saber o nível de civilidade da população de um município ou o quanto ela valoriza a qualidade de vida? Olhe para seu rio. O reflexo da relação de carinho -ou não- das pessoas com o lugar que escolheram para viver é mais evidente nos corpos d'água. Sujo, feio e malcheiroso, o principal rio da maior cidade do hemisfério Sul não faz nada além de exibir as feridas abertas pela forma como vem sendo tratado em sua porção metropolitana. A urbanização trouxe gente demais, carros em excesso, asfalto de sobra e roubou do rio seu espelho d'água. Quase impossível imaginar as nuvens do céu (quando é possível vê-las) refletidas no leito do Tietê. Pobre do paulistano.
No passado, não era assim. Até os anos 1940, o Tietê era parte do cenário social da cidade. São Paulo vivia o rio. Sob a luz do luar, os namoros eram ritmados por serenatas na antiga ponte Grande, a primeira a cruzar o leito, feita de madeira no século 17 e substituída pela ponte das Bandeiras, em 1942. Aos poucos, as competições a remo perderam espaço para o entulho acumulado sob a torrente morta. Os nadadores, vitimados por todos os gêneros de micose e doenças transmitidas pela água imunda, aposentaram as braçadas. Os peixes sumiram das redes dos pescadores. São Paulo perdeu a poesia. E virou as costas para o Tietê.
O rio dos primórdios da ocupação da capital tinha outra cara. Era um Tietê de corpo sinuoso, com corredeiras e água que variava entre o tom chá e o aspecto barrento, dependendo das chuvas. As margens eram tomadas por uma vegetação de várzea, repleta de bichos. Tudo muito diferente do corpo retilíneo e sem graça avistado hoje das avenidas marginais. A forma atual foi surgindo aos poucos, ganhando espaço a partir do começo do século passado, com a construção das primeiras usinas hidrelétricas na região. Hoje, nas palavras dos técnicos dos departamentos públicos, o Tietê não é mais um rio. É um canal de engenharia.
Notícia que ninguém quer aceitar. É como encontrar, por acaso, na seção de óbitos do jornal, o nome de uma pessoa querida. Sentimento parecido deveria ser despertado no habitante de São Paulo. Para o geógrafo francês Maurice Pardé, "rios são seres tão complexos quanto o ser humano". Mas há entre nós uma brutal diferença, uma capacidade da qual jamais iremos dispor: eles revivem. É o que acontece com o Tietê ao deixar para trás a capital.
No interior, apesar de ter sofrido transformações, ele ainda ostenta trechos de águas limpas e muitos peixes. Outra boa notícia é que, ao menos em termos de coleta e tratamento de esgoto, os últimos 15 anos foram marcados por crescentes avanços. Uma esperança tênue de que talvez o paulistano volte a ter vontade de se olhar no espelho.
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Thiago Medaglia, 28, jornalista e coautor do livro-reportagem "Tietê, um Rio de Várias Faces" (ed. Horizonte), é o colunista convidado desta edição.
Fonte: Revista da Folha.
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